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Ghetto Zombies traz grafite e cultura “da quebrada” para salvar o mundo do apocalipse
Salve galera, aqui é Fabio Cacho e Mayke Arth da Fogo Games e gostaríamos de apresentar o nosso primeiro jogo, Ghetto Zombies: Graffiti Squad que chegou neste dia 25 de fevereiro para Xbox Series X|S, Xbox no PC e Xbox One. O jogo também é um título Xbox Play Anywhere.
“E se o gueto fosse a última esperança da humanidade?”
Foi com essa premissa que todo fio criativo do Ghetto Zombies: Graffiti Squad foi traçado. O “GZ” (como o chamamos carinhosamente) nasceu de uma vontade de artistas e desenvolvedores da periferia da Zona Sul de São Paulo de trazer pro mundo uma experiência em que a quebrada salvaria o mundo.
A proposta do jogo é trazer a periferia em uma narrativa fantástica e divertida, indo na contramão dos estereótipos de escassez, tristeza e violência que rodeiam a quebrada., trazendo a “cultura do gueto” nas músicas, personagens e cenários.
Resistência pós-apocalíptica na periferia
A epidemia zumbi em Ghetto Zombies aconteceu por conta de um vírus que foi espalhado pelo sistema de água, mas a quebrada fictícia da Vila Fundinho estava sem abastecimento no dia, e dessa ironia nasceu a salvação: sem água, sem vírus: gueto à salvo!
A partir disso, GZ desenvolve imaginários de uma “realidade fantástica”, onde uma quebrada high-tech é formada, jovens mutantes são criados e treinados para caçar zumbis, armas malucas são criadas e inimigos com mutações bizarramente engraçadas compõem os elementos desse universo.

Já os personagens Kath, Vini, Duda e Fabão: você não precisa jogar horas e horas de Ghetto Zombies para rapidamente estar conectado com os personagens, porque cada um traz uma representação de um dos arquétipos de heróis, e também representa uma tribo cultural diferente
Kath é a líder vibrante da ginástica
Vitalidade: 3
Ataque: 3
Agilidade: 3
Fôlego:3
Arma inicial: Arma laser

Vini é o brincalhão ligeiro do skate
Vitalidade: 2
Ataque: 1
Agilidade: 5
Fôlego: 4
Arma inicial: Uzi dourada
Fabão é o grandão bondoso do basquete
Vitalidade: 5
Ataque: 4
Agilidade: 1
Fôlego: 2
Arma inicial: Shark Eater

Duda é a caçadora eficiente do rock
Vitalidade: 2
Ataque: 5
Agilidade: 4
Fôlego: 1
Arma inicial: Shuriken Tech
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Numa pegada meio “Tartarugas Ninja”, cada personagem tem uma cor que a representa, assim como sua personalidade, o que faz com que cada tipo de jogador possa se identificar com um deles.
O humor no fim do mundo
Dica: Kath é a melhor escolha quando jogar pela primeira vez, já que ela tem as habilidades iniciais mais equilibradas.
Ghetto Zombies bebe da fonte de jogos extremamente divertidos do gênero “top down shooter”, principalmente aqueles que trazem um tom de alívio cômico em meio a troca de tiros, como nos jogos Atomicrops e Enter the Gungeon, ou ainda o brasileiro Relic Hunters.
Nossa intenção é se distanciar da realidade violenta que já é vivida por quem mora na quebrada. Sons reais de tiros dão lugar a armas com visuais malucos como uma Pistola de Luva de Boxe, uma espingarda de mordida de tubarão ou um rifle de Ketchup (que é extremamente letal, inclusive), tudo isso numa sonorização cômica, mas prazerosa.
Boa parte da diversão do jogo acontece nesta experimentação da diversidade das mecânicas de tiro. Foi assim que entregamos mais de 70 armas na versão de lançamento.
Essa experimentação também está em como apresentamos os zumbis no jogo. Desde o início você já saca que tem algo de diferente – e engraçado – nesses zumbis, e eles não são como nos filmes.

Rapidamente eles se transformam em cachorros zumbis, inimigos com braços gigantes, tentáculos, uma boca gigante (o “boquinha”) e várias outras variações bizarras, mas divertidas.
Queríamos dar um ar absurdo para eles, em uma narrativa de ficção científica extrapolada, com toque da animação “Rick e Morty”, em que o absurdo e o cômico encaixam muito bem.
Salvando o mundo, um grafite por vez
A Fogo Games, desenvolvedora do jogo, fica no Grajaú, região periférica da zona Sul de São Paulo, que é um polo potente de arte de rua, com dezenas (talvez centenas) de grafiteiras e grafiteiros extremamente talentosos, o que torna os muros da região repleto de cor e arte.
Trazer o Grafite pro jogo foi uma das formas mais poderosas que encontramos de dialogar com a cultura periférica da região onde o estúdio pertence.
Queríamos que isso estivesse presente não só nessa representatividade, mas fortemente atrelado à jogabilidade, e daí veio a ideia de conectar as hordas de zumbis aos graffitis do jogo.

Dica: segure o botão de mira (LT) por alguns segundos para até a mira ficar vermelha para ter mais chance de acertos críticos e headshots
Em Ghetto Zombies, grafitar paredes inicia a aparição de uma horda de zumbis querendo comer seu cérebro. E sim, você continua grafitando paredes mesmo assim porque os personagens são jovens mutantes destemidos se divertindo na Vila Perigo – a zona da cidade onde os zumbis habitam!
Uma característica muito legal é que muitos dos graffitis são artes reais vistas nos muros de São Paulo, e não é difícil ouvir jogadores relatando no nosso Discord algo como “ei! hoje eu vi um graffiti do jogo na rua!”.
Esse despertar do olhar dos jogadores para perceber os graffitis à sua volta e começar a enxergar a presença desses personagens nos muros da cidade, tem sido um dos efeitos indiretos mais bonitos que o game trouxe.
Estamos muito felizes com o lançamento de Ghetto Zombies e mal podemos esperar para que os jogadores de Xbox se divirtam com esse jogo que colocamos muito esforço e amor. Vamos salvar o gueto!
Ghetto Zombies: Graffiti Squad já está disponível para Xbox Series X|S, Xbox no PC, Xbox One e é um título Xbox Play Anywhere, o que significa que você pode jogar a mesma cópia do jogo onde você preferir.


