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O Bruxo chega a Diablo II: Ressurected

A apresentação Spotlight do 30º aniversário de Diablo deu início a um ano marcante para a franquia, apresentando a nova classe Bruxo (Warlock no original) em vários jogos — estreando hoje em Diablo II: Resurrected com Reign of the Warlock, em Diablo IV com Lord of Hatred, e chegando ao Diablo Immortal no meio do ano. O produtor líder de Diablo II: Resurrected, Matthew Cederquist, conversa conosco sobre quem é o Warlock e por que é uma grande honra lançar essa classe neste momento.

Jogo Diablo II há tanto tempo que já passei a medir o tempo de outra maneira: não em horas, nem em anos, mas em amanheceres. Ainda me lembro de quando era adolescente, encarando a tela do monitor muito mais tarde do que deveria, dizendo a mim mesmo “só mais uma Cow Run”, mesmo sabendo que não era verdade.

Décadas depois, ainda estou aqui em Santuário e, de alguma forma, tive a sorte de ajudar a trazer algo totalmente novo para esse mundo que significa tanto para mim. Por isso, apresentar a classe Bruxo em Diablo II: Resurrected tem um significado especial.

Como parte da comemoração dos 30 anos de Diablo, estamos recebendo a primeira nova classe em mais de 25 anos em Diablo II: Resurrected, e sinceramente não consigo imaginar um momento mais apropriado para isso.

Quem é o Bruxo

O Bruxo não é estranho à corrupção — ele a estudou. É disciplinado, ameaçador e profundamente inserido nas camadas superiores da sociedade de Santuário, onde conhecimento é poder e segredos são moeda.

Quando o mundo começa a desmoronar, ele não pede permissão para ajudar. Não espera orientação divina. Ele age, disposto a fazer o que outros não fariam, mesmo que isso signifique manchar sua própria alma no processo.

Essa fantasia foi importante para nós porque Diablo II sempre se tratou de escolhas, e às vezes as escolhas mais difíceis vêm acompanhadas de consequências.

Como se joga como Bruxo

Do ponto de vista da jogabilidade, o Bruxo é construído em torno da maestria e manipulação. Ele pode invocar três tipos principais de demônios — o Caprino, o Maculado e o Profanador — cada um com suas próprias forças e personalidades. Mas a invocação é apenas o começo.

O verdadeiro poder da classe está em vincular demônios, subjugando-os para servir ao jogador, e ter a opção de devorá-los, absorvendo sua força vital para vantagens poderosas e temporários.

Só é possível vincular um demônio de cada vez, o que significa que cada escolha tem peso. Você mantém esse demônio pelas suas habilidades? Ou o consome no momento perfeito para virar o jogo?

Imagem do jogo Diablo 2 Ressurrected

Esse empurra e puxa me pareceu muito Diablo II. Você não está apenas controlando tempos de recarga; está tomando decisões que vai sentir daqui a cinco minutos, e talvez até daqui a cinco horas.

Mas o que realmente estou esperando é a árvore Eldritch. Esse caminho focado em combate corpo a corpo foge do padrão tradicional da árvore de demônios ao permitir que o Bruxo use armas de duas mãos junto com um grimório, criando um estilo de jogo que desafia tudo o que já teorizamos.

É uma referência ousada ao Hexblade Warlock de D&D 5ª edição, um arquétipo querido por muitos de nós por sua mistura corajosa de habilidades marciais e domínio arcano.

Também adoro o quanto o Bruxo é expressivo. É uma classe que recompensa aqueles que gostam de pensar à frente, planejar encontros e experimentar.

Entre vincular, invocar e consumir demônios, existem centenas de combinações possíveis que vão se comportar de maneiras diferentes, dependendo do seu equipamento, habilidades e instintos. É um estilo de jogo que recompensa a intenção. É sombrio, deliberado e combina perfeitamente com o ritmo metódico de Diablo II.

Uma celebração por toda a série Diablo

O Bruxo não para no Diablo II: Resurrected. Como parte do aniversário de 30 anos de Diablo, essa classe está se espalhando pela franquia—chegando em Lord of Hatred de Diablo IV em 28 de abril e ainda este ano em Diablo Immortal.

Ver esse arquétipo evoluir ao longo das eras de Diablo foi simplesmente surreal. Cada Bruxo representa uma abordagem única ao conceito da classe e atravessa gerações—do manipulador erudito de Diablo II: Resurrected, ao comandante punk-rock de demônios em Diablo Immortal, até a força bruta metálica do Bruxo de Diablo IV. Juntas, essas encarnações iluminam o legado dos Vizjerei e mostram a força daqueles corajosos o bastante para dominar esse poder proibido.

Reign of the Warlock é nossa carta de amor à comunidade que nunca parou de jogar, aos jogadores que mantiveram Santuário vivo muito depois dos créditos, e a todos que já viram pelo menos um nascer do sol caçando itens.

Mal posso esperar para ver as builds que vocês vão criar. Mal posso esperar para saber quais surpresas vocês vão encontrar. E mal posso esperar para ver mais nasceres do sol ao lado de todos vocês.

Para saber mais sobre a classe Bruxo e sobre como estamos comemorando os 30 anos da série, confira o episódio mais recente do Official Xbox Podcast (em inglês), com Brent Gibson, diretor de jogo de Diablo VI, e Matthew Cederquist, produtor líder de Diablo Legacy.

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Fonte Xbox Wire

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