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Xbox Partner Preview: uma análise detalhada do estranho e brilhante inferno de caça-níqueis roguelite de CloverPit
CloverPit é um jogo de contradições. É uma experiência de terror que te prende em uma cela minúscula sem saída, sendo sua única salvação uma máquina caça-níqueis. Se vencer, você avança para a próxima rodada. Se perder, uma porta secreta se abre sob seus pés.
À primeira vista, parece que tudo depende da sorte. Mas esse é o truque: CloverPit não tem nada a ver com sorte.
Embora a máquina caça-níqueis em CloverPit funcione de verdade, o verdadeiro jogo está no que acontece entre as rodadas. Entre cada rodada, você escolhe amuletos, upgrades poderosos que determinam como sua próxima máquina vai se comportar.
Alguns amuletos aumentam as chances de certos símbolos aparecerem. Outros multiplicam pontuações de combos, aumentam os prêmios do jackpot ou até mudam completamente as regras.

Se você já jogou títulos como Balatro (também disponível nos sistemas Xbox, PC e Game Pass), vai reconhecer aquela sensação de encontrar sinergias entre os upgrades. Com a combinação certa de amuletos e uma mente afiada, é possível manipular a máquina para transformar probabilidades impossíveis a seu favor.
Trata-se de construir impulso: uma partida que começa pequena e se transforma em uma cascata brilhante e imparável de combos e moedas.
Uma coisa que Lorenzo (a outra metade da Panik Arcade) e eu sempre fizemos questão é garantir que os jogadores fiquem sempre na expectativa dos resultados da máquina caça-níqueis, justamente o que torna tudo tão divertido.
Basicamente, ao criar estratégias, você sente que está no controle até precisar aprimorar sua abordagem e gerar valor na máquina. Se, nos primeiros rounds, você prevê um jackpot, nos últimos, começa a imaginar um ultra-mega jackpot com bateria e símbolos dourados, torcendo para ativar alguns amuletos endiabrados pelo caminho.
Com isso, o fator antecipação também cresce junto com suas estratégias e com a dificuldade, mantendo os jogadores sempre entre a euforia… ou o desespero.
Desenvolver um sistema assim, que recompensa o pensamento estratégico em vez da pura sorte, foi um dos desafios mais difíceis e gratificantes que já enfrentamos.
No lançamento, CloverPit inclui 150 amuletos, mas nos bastidores testamos muitos outros. Nosso objetivo era simples: garantir que não existe apenas um único “jeito certo” de vencer. Claro, algumas estratégias mais ousadas para o início do jogo vão ser descobertas primeiro, mas queríamos garantir que o fim de jogo continue trazendo novas combinações e possibilidades.
Para falar a verdade, essa foi a primeira vez que desenvolvemos algo como o CloverPit. Acertar a matemática envelheceu meu cérebro alguns anos (risos), mas valeu a pena. A sorte ainda conta, especialmente nas primeiras rodadas, quando você está em busca dos seus primeiros bons amuletos, mas, com o tempo, a estratégia supera completamente o acaso.
Quando os jogadores entendem como manipular as probabilidades, percebem que não estão mais apostando; estão fazendo uma engenharia do próprio destino.
Uma das nossas partes favoritas do desenvolvimento foi garantir que a máquina caça-níqueis fosse incrível de jogar. Passamos inúmeras horas aperfeiçoando o design de som e as animações para cada rodada, clique e jackpot. Mesmo que o mundo de CloverPit seja sombrio e inquietante, a máquina em si precisava ser satisfatória, como um brinquedo proibido do qual você não consegue desgrudar.
Às vezes, os jogadores conseguem um combo tão grande que a animação simplesmente não para. Um testador nos enviou um vídeo de uma sequência de jackpots que durou mais de um minuto sem parar, a tela inteira pulsando com cores e moedas. É raro, mas quando acontece, é puro caos da melhor forma possível. Essa mistura de atmosfera de terror com o espetáculo da máquina caça-níqueis era exatamente o que queríamos: um pesadelo que, de algum jeito… é divertido.

CloverPit não é fácil, e nem deveria ser. É um jogo sobre aprender a correr riscos, sobre girar só mais uma vez só para ver no que dá. Mas também é sobre maestria.
Jogadores que se aprofundam vão descobrir desafios ocultos, modificadores secretos e algumas surpresas muito estranhas esperando nas profundezas do poço.
E sim, já começamos a dar sinais do primeiro DLC. Embora eu não possa revelar muito ainda, ele se chama Unholy Fusion e permitirá que os jogadores combinem amuletos de formas ousadas e experimentais para criar novas sinergias e combos caóticos inéditos. É tanto uma expansão quanto um convite para quebrar o jogo — tudo de novo!
Então… vamos apostar. CloverPit já está disponível hoje para Xbox Series X|S, Xbox One, Xbox no PC e também pelo Xbox Game Pass.


