Bem vindo a sua comunidade de Xbox no Brasil
CONTROL Resonant é um jogo de ação… e um RPG, e um jogo de super-herói e muito mais além
Não há dúvidas de que o grande destaque de CONTROL Resonant está no fato de que ele agora é um verdadeiro jogo de ação com combate corpo a corpo.
Enquanto o CONTROL original se concentrava no combate paranatural com armas, uma evolução direta do histórico da Remedy com Max Payne e Quantum Break, sua sequência nos coloca bem de perto diante das ameaças estranhas desta vez.
Mas, depois que você se acostuma ao combate, há muito mais em CONTROL Resonant do que simplesmente algo que nunca vimos nesta série — ou neste estúdio — antes. A grande aposta da Remedy é, na verdade, uma combinação inteira de grandes apostas.
Veja a seguir apenas algumas das maneiras pelas quais o jogo está se libertando das convenções.
O jogo tem uma alma de RPG

É claro que já vimos árvores de habilidades em CONTROL, mas nunca tantas assim. Resonant traz não apenas uma ampla árvore de Talentos para Dylan Faden, agora jogável, mas também caminhos de melhoria individuais para as múltiplas formas que suas armas podem assumir, além de diversas opções de Armas Secundárias e Habilidades de Combate, e até um menu inteiro dedicado a finalizadores de combo personalizados — cada um capaz de alterar fundamentalmente a forma como você encara uma luta.
Até o próprio mundo pode evoluir: quanto mais lutas você domina, segredos encontra e missões conclui em uma determinada área da Manhattan distorcida de Resonant, maior se torna o nível dessa região, oferecendo bônus ao longo do caminho.
Porém, derrote um dos chefes da área — conhecidos como Entidades Resonant — e o mundo se tornará ativamente mais perigoso, como se estivesse desafiando você a ficar melhor.
Tudo isso resulta em um jogo que cresce constantemente junto com você, um RPG furtivamente escondido sob o clássico jogo de ação com o qual você está interagindo.
Ele tem a amplitude de um jogo de mundo aberto
A nova abordagem de ação pode ser precisa e gratificantemente punitiva, mas o mundo ao redor está longe de ser linear. A Manhattan de Resonant não é um mundo aberto tradicional. Em vez disso, é separada em zonas densas, altamente elaboradas.
Cada zona oferece seus próprios desafios e, às vezes, visuais muito diferentes, mas também são repletas de ideias que soarão bastante familiares para quem conhece bem jogos de mundo aberto.
Do familiar — colecionáveis escondidos e atividades recompensadoras — ao menos convencional — desbloqueei uma missão secundária ao ouvir algo cantando vindo de um túnel de metrô — este é um mapa verdadeiramente rico para explorar, oferecendo distrações constantes.
Ele oferece o melhor dos dois mundos: fases claramente projetadas com pontos de interesse e confrontos coreografados, com todo o espaço para exploração que você esperaria de um mundo inteiro de jogo.
Ele tem a movimentação de jogo de super-herói

A heroína de CONTROL, Jesse, torna-se uma personagem verdadeiramente poderosa ao longo do jogo. Mas, com um mundo muito mais amplo neste novo título, Dylan precisa se locomover com mais eficiência do que Jesse.
Felizmente, ele já começa como um parautilitário bastante confiante.
Como Dylan, você pode saltar, planar, avançar rapidamente e correr tão velozmente que objetos físicos acabam sendo atraídos de forma satisfatória para sua órbita. Um pouco mais adiante no jogo, você pode literalmente subverter a gravidade e viajar por superfícies verticais, ou até totalmente de cabeça para baixo.
Em pouco tempo, é possível escalar prédios inteiros com alguns movimentos rápidos, e isso rapidamente se torna algo natural — tanto que talvez você nem perceba que está, efetivamente, atravessando este mundo como um super-herói.
É um jogo de comédia (às vezes)
Claro, este é um mundo em que forças hostis e extradimensionais estão distorcendo as próprias leis da física e preenchendo o mundo com ônibus absurdamente deformados — isso é um tipo real de inimigo, e eu adoro.
Mas também é uma comédia de ambiente de trabalho verdadeiramente bizarra. Conforme você encontra as pessoas que compõem o Departamento Federal de Controle — e os muitos arquivos censurados que elas deixam para trás —, começa a montar uma história de fundo que frequentemente é hilária.
Ver como camadas de burocracia governamental interagem com objetos impossíveis, pessoas possuídas e acontecimentos inacreditáveis é uma alegria genuína — e uma forma muito real de ajudar o jogador a se sentir um pouco menos sozinho em um mundo que, de propósito, já não faz mais sentido.
Meu momento cômico favorito está em um canto de um Escritório de Campo que você encontra logo no início, onde — se você simplesmente parar e ouvir a conversa — dois guardas do FBC estão, aos poucos, tentando convencer o chefe deles de que ele é, na verdade, um fantasma.
Há muito mais para descobrir quando CONTROL Resonant for lançado em 24 de setembro para XBOX Series X|S e XBOX no PC. E jogue em ambos, console e PC, sem custo adicional com o XBOX Play Anywhere.
Fonte:Xbox Wire Brasil


